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Recarregando baterias

Pra mim, criar nada mais é do que colocar um pouco de você, das suas referências e inspirações em determinada coisa. Para isso, você precisa estar presente, estar “ali”, para emprestar um pouquinho de você para aquela criação.

E por quê ando sumida? Porque simplesmente, nesse mês que passou, eu não estive presente. Simples assim. O trabalho pegou metade do que sou emprestado, num ritmo de entregas fora do comum. A outra metade ficou adormecida, surpreendida por uma grande perda que me tirou o chão. Liguei o piloto aumtático e o mantive ON, até que o turbilhão passasse.

O mês de maio foi, pra mim, um mês de “retiro”. De colo, de sorvete e de meias coloridas debaixo do edrendon. De fazer as pazes com a vida e aprender a aceitar as situações nas quais ela nos coloca. Difícil acreditar que certas coisas são para o melhor, né? Mais difícil ainda é tirar um aprendizado disso tudo. Mas a gente consegue, sempre consegue…. E é por isso mesmo que, em momentos como esse, o melhor a fazer é apertar o pause e catar toda sua energia, que anda espalhada, para seguir em frente.

A vida não pára e a minha cidade, sempre linda, faz questão de me falar isso todos os dias, sorrindo pra mim. Por isso, deixo aqui minha homenagem a todos que estão longe, mas queriam estar perto.

E que venha junho, com as energias renovadas e a cabeça cheia de idéias!

Ah… já sabe, né? Com som é 2x mais legal. 🙂

No som: Ben L’ Oncle Soul – Soulman
Imagens: Le Pagliaro (de Iphone)
Edição: Thalita