Lembro muito bem de como era quando eu tinha lá os meus 10 anos. Ah, como eu brincava de casinha… E não precisava ter a companhia de uma amiga, não! Era capaz de ficar horas ali, sozinha, construindo cada detalhe daquele espaço imaginário. Chegava a perder a noção do tempo. Lembro ainda que a graça maior não estava exatamente em brincar de casinha, mas sim em montá-la toda, deixá-la do meu jeitinho pra depois… bom, depois a brincadeira acabava. E começava outra vez, e outra vez, e outras muitas vezes. Ou seja: a diversão toda era arrumar a casa e só. Você também tinha disso ou era comigo? A graça ficava por conta da caminha, do banquinho que eu fazia de mesinha, do quadrinho que ficava ali, da plantinha que ficava lá. Tudo muito “inho”, literalmente.

O que eu não lembro foi de quando essa brincadeira toda acabou. Ou qual foi o dia exato em que abri os olhos e passei a não mais brincar. Aliás, de forma alguma. Mas eu sei que foi assim, num piscar de olhos, que aquela fantasia toda um dia cedeu ao ritmo que a vida adulta vai tomando.

Já os homens, estes sim, são mais evoluídos que nós mulheres nesse quesito, já parou pra pensar? Eles conseguem manter esse espírito da brincadeira vivo até hoje com maestria. Que homem você conhece que não tem aquela brincadeirinha sagrada da semana? Aquele do futebol da galera do trabalho, ou que não passa um sábado sequer sem pegar onda, sabe? E aquele então que não perde o pôquer com os amigos ou que não dorme sem “zerar” aquele joguinho do computador? Pois é, e que saber? Eles é que estão certos, pois ainda conseguem separar um espaço no meio da rotina (que também é puxada) pra fazer algo só pra eles, por lazer. Ou em outras palavras, pra brincar.

A vida é corrida, e eu não sei? Tem trabalho, tem casa, tem academia (porque é piada chamar essa aí de brincadeira), tem família, cachorro e periquito. É pra internar a pessoa que, depois disso tudo, ainda quer espaço no fim do dia pra ficar brincando. Será? “Mas ele não tem uma máquina de roupa pra bater e uma casa pra arrumar. Aí é fácil” – você pensa. Sei bem como é, afinal, também sou mulher. Mas pensa também: se você tem uma casa pra manter em ordem, todo santo dia, por quê não fazer dessa hora um momento de prazer em vez de obrigação?  Em outras palavras, por quê não voltar a brincar de casinha? Só pra sentir aquela sensação de montar, detalhe por detalhe, sem pressa e com todo o esmero, tudo isso pela satisfação em ver tudo pronto no final. Lembra? Pois eu tenho brincado. Bastante, até! Sou uma eterna cansada e atarefada, mas ao mesmo tempo plena, realizada. Não moro como nos meus sonhos, mas moro feliz.

Dar-se ao trabalho também pode ser prazeroso. E a gente descobre isso quando o processo todo de transformar alguma coisa se torna mais gostoso que o resultado final. Se for pra ocupar mais nosso tempo, que seja brincando, nem que seja de casinha. Aliás, quer brincadeira mais generosa que essa, se a casa não for só sua? A novidade, o humor e a cor acabam contagiando todos que dividem o mesmo teto. Mas não vamos perder o foco! Faça por você e por mais ninguém! O bem aos que estão em volta também é consequência do bem que fazemos a nós mesmas.

Dedico esse texto a todas nós, mulheres atarefadas-toda-vida, e aproveito pra deixar aqui o meu maior desejo: que vocês redescubram o prazer de brincar de casinha. 🙂

PS: Só botei uma foto de nada pra não ficar assim, um blocão de texto sem piedade. Mas, de vez em quando, dá vontade de dividir uns blá blá blás com vocês. Então já sabe, né? Quando tiver essa tag daí, trata de pegar um chá, um café e senta que lá vem a história. 🙂


  • Adorei o texto!! Alias me identifiquei muito sou uma dessas aterafadas… Uma otima ideia comecar a "brincar" de deixar a minha casa com a minha cara :). Bjs Camila

  • Gabriela

    Amei!

  • Oi!
    Talita,concordo com vc qdo diz q temos q voltar a brincar. Vejo q com a correria, perdemos o encanto da infância … e isso me aborrece, as vezes. Logo q me casei, ouvi mto meu marido dizer q eu tinha um espirito de criança, como crítica,e eu dizia q minha vida sempre seria colorida como as delas… mas as tarefas acabam por nos ocupar mtttttto…. rsrs
    Bjo e obrigada por nos fazer refletir…
    Ana Elisa Mussolino

  • Anônimo

    Esse post foi um bom incentivo! Rsrs quando chegar do trabalho e botar a neném pra domir hoje, vou brincar de casinha! Rsrs Carol Bedê

  • Thaiza

    E é exatamente desta forma. Arrumava e acabava.
    Muita saudade com esse texto.
    beijos!

  • Mirian

    Lindo texto, lindo "blablabla" vc me fez ficar emocionada… lembrando da minha infância.
    Vou vim reler este post sabadão quando eu não tiver forças para deixar a cama e começar a faxina, rs.Bjs 

  • Casa_de_Colorir

    eu uso essa F12 da foto! Beijo!

  • Juciany

    Adorei mto, super me identifiquei! Obrigada por compartilhar conosco!

  • Isabela Loureiro Cardoso

    Amei o texto!! Viva o prazer de brincar e ser feliz nas pequenas coisas!

  • Thaís Fernandes

    Lindo e fofo texto, Thalita! 🙂

  • Wallescka Lyra

    <3

  • Paula L

    Acabei de te conhecer , não faz nem 2 horas ( tudo por causa de uma geladeira branca que esta precisando de uma cara nova ) e estou lendo TODOS os seus post desde 2010! Ainda não acabei êh claro, estou ainda em julho de 2011 , mas estou amando cada um! Super sucesso ! Beijos miiiis da sua mais nova fã !

  • Suzy_bispo

    Nossa quase choreii agoraa!! rss sou baiana moro a pouco tempo aki no Rio ( um ano e meio ) é tanta saudade que nem cabe em miim! o blog eu descobri akii nas minhas tardes de sem nada pra fazer! ( que já se acabaram, mas o vicio do blog não!! ) Aí quando eu penso que tu num tem mais nada pra inventar, tú me manda um post desses!! lindoo! veio um filme na minha cabeça , das minhas muitas brincadeiras de boneca na rua lá de casa!! rss belos tempos!! Parabens pelo blog e pelos filmes que vc sem querer faz passar não só na minha cabeça mas na de muitas leitoras das suas peripercias coloridas!! ^^ Grande abraçoo e não demore muito pra postar novidadees!! okeey??!! sinto falta! rsrsrs

  • Casa_de_Colorir

    Que lindo, Wallesca! Obrigada você, por dividir um pouquinho dessas lembranças comigo, ou melhor, com a gente. 🙂 Beijo!

  • Casa_de_Colorir

    Que lindo, Wallesca! Obrigada você, por dividir um pouquinho dessas lembranças comigo, ou melhor, com a gente. 🙂 Beijo!

  • inspirador Thalita…ótimo texto pra começar  meu dia, vou ''brincar'' mto de casinha hoje!!

  • Camila Milhomem

    Ai Thalita, pode até ser, sabe? Mas é muito foda quando o que realmente te dar prazer é pegar onda e não as tarefas domésticas.
    Ainda me dá muito tristeza quando percebo que o momento de folga de um homem que trabalha fora é dedicado ao lazer e o das mulheres que trabalham fora, às tarefas domésticas.

    Seria super mais justo se eles dividissem igualmente o trabalho de casa, e depois se divertissem e brincassem juntos. Mas o que eu percebo é que isso não é muito comum.

    Nessas horas sempre me lembro dos Natais: a mulherada enlouquecida na cozinha fazendo a ceia enquanto os homens ficavam na varanda, tomando vinho. Eu até acho que existem mulheres que se amarram em cozinhar, mas normalmente isso não é uma opção. Eu mesma prefiro o vinho.Enfim, poderia ser uma opção brincar de casinha ou pegar onda, mas praticamente não é.

    De toda maneira, super concordo que temos de tornar as coisas mais leves e lúdicas. Só quis colocar um reflexão que venho fazendo há um tempo.Beijos

  • Elaine Veiga

    Amei o texto!
    Eu tb adorava montar a casa,era tão divertido que me esquecia das horas…
    bjs

  • Nara Bandeira

    Essa coisa de arrumar a casinha também era o que mais gostava. E eu adora colocar cadeiras em volta e fazer o teto com colchas e lençóis, tipo acampamento…E as panelinhas??!! Sempre morei em casa com quintal imenso e um monte de primos e eu amava fazer comidinhas com areia e plantinhas. tinha a flor que servia de cebola, tinha outra que era o bife rsrs quando vejo essas flores ainda lembro das antigas funções que exerciam em minha vida rsrs…
    Musiquinha para embalar: "Que tempo bom, que não volta nunca mais!!!" Thaíde e DJ Hum.Ficam as boas lembranças e o desejo de imprimir em nosso lar a inocência e criatividade da infância.Adorei o texto que me fez lembrar de tantas coisas e pessoas importantes.Bjos grande!!!
    Nara Bandeira

  • Carol Leite

    Com certeza me lembrei da infância!!!! Me identifiquei muito! Tbm gostava mesmo era de "arrumar", "montar" a casinha. Depois de pronta perdia a graça. A não ser quando minha mãe brincava junto. E e minha irmã adorávamos! Lembro que dia de brincadeira de casinha tudo era permitido. Botávamos a sala à baixo… Mudávamos tudo de lugar… Fazíamos colcha de tapete, banquinhos de mesa, tijolos de banquinhos… sopinhas de folhas e bolinhos de barro!!!!! (tbm já gostava de culinária!). Pena que não consegui conservar tudo isso. Minha vida corrida, de mãe, profissional, dona de casa não tem me permitido ter prazer em cuidar da minha casa. Mas teu texto me fez refletir muito mesmo!!!! Preciso voltar a brincar de casinha!!!!
    Grande beijo e obrigada pelo blá-blá-blá!!!!!!!!

  • Oii Thalita!!! Que texto maravilhoso!!!! Amava brincar de casinha, e realmente a graça era simplesmente 'montar' a casinha…. Ainda não tenho minha casa, mais se um dia tiver vai ser assim com certeza!!! Ao invéz de limpar, arrumar…. Vou simplesmente brincar de montar minha casinha….. Beijos

  • Livia Franco

    Nunca mude, jamais deixe de ter essa alma colorida que você tem! 

  • Clariceloureiro

    Primeira vez que comento.. Seu texto mexeu comigo de verdade. Parece que foi escrito para mim. E até o Senta que lá vem a História me desmontou.
    Mandou bem! Obrigada e um beijo grande

  • Maria Gabriela

    Adorava brincar de casinha, montava a minha e deixava na sala por dias, minha mãe pirava hahahah.
    Tem post la no meu blog em que eu falo sobre o Casa de Colorir =)
    http://saialistrada.blogspot.com.br/ 

  • Também era assim, quando brincava de casinha, aliás minha brincadeira predileta. Adorava montar tudo, fazer mesinha de caixinha de fósforo, banheira de potinho de plástico, televisão de caixinha de chiclets, hiiii eram muitos móveis rsrsrs ficava horas montando a casa. Me lembro que brinquei até ficar grandinha de casinha, e parei porque minhas amigas já não brincavam mais…(coisas de pré adolescente) mas parei com uma tristeza…queria ter brincado mais. Hoje tenho uma filha ai me realizo com ela heheheh! Beijos Thalita, seu blog me inspira cada dia mais!

  • Yasmin Teixeira

    Pode escrever a vontade sem dó! adoro ler…A minha infância também foi assim, te digo que até uns  12 brinquei meio que escondido das amigas kkkk…Bom e até hoje tenho facinação por casinhas de boneca, aquelas de madeira são lindas! Ainda vou ter uma denovo, uma não, Várias!kkssss, vê se não some mais hein!bjussss!

  • Gizelle

    Viajei… Lindo!

  • Susiolive23

    Oi Thalita, que lindo tudo isso que vc falou! Voltei lá pra trás, e como vc eu me divertia montando a casinha, que era feita em cima da mesinha da sala. Eu tinha uma caixa com toquinhos de madeira que eu ia achando aqui e alí e pronto viraram armários, estantes, mesas; qualquer tranquerinha assumia função na minha casinha e as pessoas eram os parafusos do meu pai! O parafuso maior era o pai e assim por diante. A última vez que brinquei foi com 12/13 anos; um dia fui procurar e nunca mais achei. Acho que num acesso de raiva minha mãe jogou fora… Ela nunca negou.Desiludi.  Hoje depois de família, marido e luta( vencida) contra um cancêr de mama, redescobri a graça de montar uma casa de novo, principalmente depois que descobri seu blog e vc lindinha . Já reciclei uns velhinhos do lixo e tenho muitos projetinhos. Continue sempre assim viu? Você nos faz muito bem e realmente traz um colorido para nossas vidas! Um grande beijo, Susi

  • Mariana Calil

    Putz, sou louca pra montar uma casinha de novo… Só me falta espaço e grana, vontade tem de sobra e tempo eu arranjo! 😉

  • Casa_de_Colorir

    Camila, concordo MUITO com você. Inclusive, ponderei esse lado quando fui escrever o post. Só não fui além para que o texto não ficasse gigantemente cansativo.

    Concordo que os homens realmente deveriam ser MUITO mais participativos na construção desse lar. Também reflito tanto sobre isso que chego a pensar se isso é culpa da nossa cultura, da educaçao. Desde pequenos, eles são menos cobrados a participarem em casa, alguns nunca tocaram num fogão ou máquina de lavar até saírem da casa dos pais. O próprio ato de brincar de casinha na infância – uma "brincadeira de menina", vamos dizer assim – já acaba nos preparando (ou seria condenando?) para essa responsabilidade quase que inevitável. Ou seja: nos fazendo criar um vínculo com essa questão da casa que os homens não têm. Como se fosse uma evolução natural das coisas: menina brinca de casinha, mulher arruma a casa. Não concordo com essa divisão radical e com essa responsabilidade atribuída sem pé nem cabeça. Aqui em casa é tudo muito equilibrado, ainda bem! Cada um tem a sua função. Mas em vez de encarar como "função", prefiro fazer com intenção, fazer com que de vez em quando seja mais feliz e prazeroso. A vida fica tão mais fácil…. 🙂

    E puxem a orelha desses homens que não colaboram. Como assim?? A casa é de todos, ora bolas.
    Beijos,
    Thalita

  • Pilar Araújo

    Olá Thalita e meninas! Esse texto realmente mexe com todas as meninas que brincavam de casinha…Pensei que fosse a única que arrumava por hoooooras a casa da Barbie e cansava quando ia brincar com as bonecas…hahahaha Aliás acho que sempre gostei mais das Barbies do que as "bebês" pelo fato de poder criar a casa delas a cada dia…Muito bom mesmo. Hoje ainda brinco de casinha quando crio, transformo algo na minha casa e a deixo com a minha cara. A correria é enorme porque além de tudo que você escreveu sobre a nossa rotina ainda tenho uma filhotinha, aí já viu né?? rsrs Ah, estou lançando um blog sobre moda, gastronomia, decoração e papo entre mamães, quem quiser pode me visitar!! http://www.assimqueuquero.blogspot.com.br  bjs e parabéns pelo post e pelo blog! Adoro!!

  • Essa divisão injusta tem q ser realmente colocada em questão e essa cultura cabe aos pais de hoje mostrarem aos seus filhos meninos que sim ele pode aprender a cuidar de uma casa desde sempre para quando forem lindos adultos terem a linda iniciativa de ajudar suas namoradas, esposas e afins nos afazeres domésticos sem precisar da gente ficar pedindo (pq isso é pentelho demais) ou se descabelando esperando uma ajudazinha que for.
    Uma vez meu irmão disse uma coisa que guardei pra mim…"Val a gente não deixa de brincar, a gente só troca os brinquedos" encaixa direitinho nisso tudo que vc disse e várias vezes quando saio do trabalho e dou tchau para as pessoas emendo um "amanhã a gente brinca mais!" Leveza! Tem que fazer parte da vida, senão quem aguenta???
    Já te mandei um mail dizendo que você é daquelas pessoas que eu não conheço fisicamente mas é como se fosse daquelas amigas que chegam em casa, abre a nossa geladeira e se joga na nossa cama e que a gente tem q gritar lá da sala…"tira o tênis!!!"Espero que um dia a gente possa se conhecer entre tricolines, botões, contacts, cola, estilete e tesouras….rsrsr

  • Tainah Poiani Vanegas Fontes

    Como todas já disseram sensacional o texto!! Me fez muito bem ler seu texto hj logo no inicio da manhã! Sou casada tenho 26 anos, 2 filhos pequenos, e mil e uma coisas para fazer! Como milhares de mulheres como eu..e hoje acordei desanimada, sem vontade..tipo ai que saco, além de tudo ter que por a casa em ordem..E ler seu texto me fez ter uma outra visão, vamos fazer dessa tarefa diaria, algo gostoso, menos massante, com certeza..Meu marido me ajuda nas tarefas de casa, mas depois de colocarmos as crianças para dormir, ele senta no sofá e joga o jogo de video-game favorito dele, praticamente todos os dias e fica super satisfeito em dar final em um jogo, ou sair o mais vitorioso em um jogo online de tiros e tal, como ele curte. Bem isso que vc disse sobre os homens, eles conseguem brincar ainda, açho que nunca tinha pensando assim..mas é super importante na vida adulta, essencial, alias para termos uma qualidade de vida bem melhor! Muito obrigada pelo texto! ; )

  • Rachel Ximenes

    Lá em casa era assim também, mas em vez de brincar sozinha eu brincava com minhas 3 irmãs. Lembro bem que a parte que eu mais gostava era a de arrumar a casinha da barbie. E eu não tinha aquelas coisas prontas, não. Fogão, geladeira, mesinha, era tudo improvisado. E, modéstia à parte, ficava muito legal. Toda vez eu fazia a minha casinha e minha irmã cobiçava; acabava dando a minha casinha pra ela e fazia outra pra mim. Só que a nova sempre ficava mais legal… kkkkkkkk ô tempo bom!

  • Ana Claudia

    Engraçado, seu texto porquê eu ainda não tinha pensando desta forma, em brincar de casinha, quando era pequena a minha casa era simples mas eu era dona de um banco, fazia talões de cheque com minha máquina e escrever (ih entreguei minha idade rsrsrs), cartão de crédito…nossa como eu era capitalista. Hoje sou dona de casa em período integral e brinco de casinha (de verdade) todo dia, e ás vezes não acho tanta graça na brincadeira, mas resolvi  olhar com seus olhos para brincadeira e deixar tudo mais colorido…Bjs e obrigaduuu.

  • Nossa, eu tbm era assim, passava a tarde toda arrumando a casinha, a brincadeira era essa, arrumar a casa toda, brinquei de casinha até o 13 anos. Mas falar verdade viu, tenho saudade das brincadeiras, mas não consigo relacionar tarefas domésticas com elas, acho que é pelo fato de ser obrigação, e tudo que vira obrigação para mim, eu passo a não gostar 🙂

  • Thaís Fernandes

    Thalita!!!
    Vou nesse post pra não incomodar o post do moço acima, rs. É porque é um comentário nada a ver dessa vez. É que desde que eu comecei a ler seu blog percebi que você me lembrava alguém… Não sabia se era uma atriz, uma amiga, enfim. Essa semana vendo o Prêmio Multishow, me lembrei e resolvi vir aqui te contar! Você e a Nathália Rodrigues são irmãs! (Isso é um elogio, tá? ela é linda!) rs…
    Ai me desculpa por falar de um assunto tosquinho num blog que traz tantas coisas bacanas, belas e alegres quanto o seu. Mas eu te leio tanto aqui e te vejo tanto no Decora que me sinto parte daqui para compartilhar a minha doidice… rs!
    Bjs!

  • Wallescka Lyra

    Ah…lembrei das gavetas que eu usava, todas deitadas lado a lado, para dividir "os cômodos da casa". Do potinho de filme fotográfico (velha!) que era sempre a lixeira. Da boneca Susi, que era a "do mal", entre a infinidade de Barbies (pq ela tinha o cabeção e isso me incomodava…hahahahaha!). Poxa! quantas lembranças boas vieram abraçadas com o teu post, Thalita! 
    concordo muito contigo,sabe? mas às vezes me olho e penso se eu não teria que ter nascido homem…me divirto como eles, sempre fui aquela única amiga mulher no meio da rapaziada (a que todo mundo conta tudo, a que acha que muita frescurinha é chato demais, a que ninguém (entre eles) pega, a que é quase machista, enfim…como eu já ouvi: um homem de saias). Acho que por ser assim, eu definitivamente brinco de casinha até hoje. Adoro enfeitar, fazer coisas com as próprias mãos, dar o meu toque em tudo. Semana passada uma tia veio aqui e tirou um monte de fotos, para mostrar ao marido. Saiu dizendo que eu vivia em uma casa de bonecas. Que eu brincava de casinha junto com meu esposo (sim, sou hetero! rá!) e minhas duas pequenas. Aquilo me deu um orgulho tão grande! fiquei tão feliz…bj p ti! obrigada por me levar a um lugar tããão especial.

  • Vanessa Oliveira

    Nossa, identificação 1000!! Lembrei que nessa mesma idade, eu tinha uma estante no quarto e fazia cada prateleira um cômodo da casa, recortava os móveis e eletrodomésticos dos encartes e colava tudo montando minha casinha… era tão gostoso fazer aquilo e como vc disse não precisava de mais ninguém, ali, eu e minha casinha era tudo que me fazia mais feliz. Obrigada por compartilhar isso e nos fazer recordar de um momento tão gostoso em nossa vida. Beijo especial para vc!!!

  • Vanessa Oliveira

    Nossa, identificação 1000!! Lembrei que nessa mesma idade, eu tinha uma estante no quarto e fazia cada prateleira um cômodo da casa, recortava os móveis e eletrodomésticos dos encartes e colava tudo montando minha casinha… era tão gostoso fazer aquilo e como vc disse não precisava de mais ninguém, ali, eu e minha casinha era tudo que me fazia mais feliz. Obrigada por compartilhar isso e nos fazer recordar de um momento tão gostoso em nossa vida. Beijo especial para vc!!!

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