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Projetos de sábado à noite (Ou o primeiro garimpo da Frida)

Há aproximadamente 1 mês, desde que a Frida entrou na nossa vida, a rotina aqui de casa não tem sido mais a mesma. Antes, os finais de semana  costumavam começar mais tarde, vagarosos e sem pressa. Agora, às 8 da manhã, somos acordados por essa carinha aí do lado, animada e ansiosa pra explorar o dia lá fora. Desde então, os dias tem sido de parques, calçadões, bosques e toda e qualquer “graminha” convidativa que aparecer pelo caminho. 

Todo dia tem uma manhã linda lá fora nos esperando e foi necessário uma bolinha de pelos para despertar novamente esse prazer na gente. As noites? Caseiras que só: filminho, comidinhas, vinho e, no máximo, um pulinho no mercado para algo mais caprichado. De carro? Nada disso. Agora andamos muito mais a pé (sim, em plena Barra da Tijuca). Frida vai junto pra tudo quanto é lado, alerta e empolgada com toda nova descoberta impressionante: o saco plástico, o bueiro, as motocicletas… quanta curiosidade!

E vira-lata que só ela, essa minha filha não podia me encher mais de orgulho. Pode me internar se eu estiver louca, mas ontem a Frida fez o seu primeiro garimpo. Te explico: estávamos parados na beira da Av. das Américas esperando o sinal fechar, quando Frida começa a latir para a montanha “assustadora” de lixo dentro de uma caçamba. Dentro dela havia essa placa de obras, daquelas usadas na calçada quando parte dela está interditada. Eu, Lê e Frida não pensamos duas vezes: direto pra casa. Ou seja: não teríamos prestado atenção na tal da placa se ela não tivesse latido tanto pra caçamba.
Água + sabão + flor + coração. Esses foram os materiais necessários. Agora, virou placa de sinalização aqui na parede, para nos lembrarmos sempre de que, não importa a direção, esse é o caminho. 🙂